Casais com filhos normalmente dão preferência para condomínios com playground. Assim, o espaço para recreação das crianças fica garantido. Mas é preciso que o local ofereça, além de diversão, segurança para os pequenos.

É muito comum que os condomínios escolham brinquedos mal dimensionados para o espaço, quinas e cantos na circulação, vegetação tóxica na área do playground, além de falta de acessibilidade e de manutenção. Mas já existe playground com novos conceitos. Onde as gangorras não descem mais até o chão; são amortecidas com um conjunto de molas.

O gira-gira não é mais vazado; traz plataforma no piso que se movimenta junto com o assento. Os pregos nos brinquedos de madeira foram substituídos por parafusos embutidos ou encapados.

E não é só isso. A preocupação com a segurança do playground envolve estrutura, acabamento, posição dos equipamentos, acessórios e também saúde. Imagine você que para o tratamento das partes confeccionadas com madeira é desaconselhável o uso de preservantes tóxicos, como o pentaclorofenol ou seus sais.

Na verdade, o ideal é que toda a estrutura seja produzida com material atóxico. Para evitar acidentes e fraturas, a melhor opção é a aquisição de brinquedos de extremidades arredondadas, guarda-corpo com barras de proteção na vertical, escorregador com curva de desaceleração e balanço com no máximo dois assentos, de material leve.

Além de tudo isso, quem vive em condomínio sabe que nessa época de férias o playground fica muito mais movimentado. Para evitar problemas e saber que as crianças estão seguras, alguns condomínios optam por contratar empresas de recreação.

Outra saída interessante é a eleição do síndico-mirim. O síndico-mirim não deve ser o dedo-duro que delata os colegas, mas aquele que orienta por que não se deve pular no elevador ou esvaziar o extintor. Crianças gostam de uma liderança da mesma idade e isso gera respeito e confiança.

Fonte: EXP Imóveis
http://www.vivaocondominio.com.br/artigos/seguranca-no-playground